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MinC inclui cultura de matriz africana em conselho nacional

sexta-feira, 6 / junho / 2014 by Ascom

 

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O Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), do Ministério da Cultura (MinC), deverá incluir representantes das culturas de matriz africana entre seus componentes. A proposta é que sejam integrados ao Conselho membros de comunidades quilombolas e tradicionais de matriz africana, da capoeira e do hip hop. Somaram-se às reivindicações apresentadas pelo Colegiado Setorial Afro-brasileiro representações para os temas de segurança alimentar e comunidade LGBT.

O principal objetivo é tratar das demandas da cultura dos povos tradicionais e de matriz africana, além de outros perfis sociais que ainda não foram contemplados. De acordo com Douglas Santos, assessor de Políticas para Juventude Negra da Fundação Cultural Palmares, a contemplação de assuntos relacionados à essas temáticas é extremamente importante.

Porém, ele defende que deve haver todo um cuidado por se tratar de seguimentos que se ramificam e que são repletos de peculiaridades em vários aspectos. “É um ótimo espaço para a diversidade negra, mas ela ainda precisa ser mais aprofundada na pauta da Cultura”, defendeu em pleno acordo com o que foi ressaltado pelos representantes que participaram da reunião do colegiado realizada nos dias 27 e 28 de maio.

Além do presidente da Fundação Cultural Palmares, Hilton Cobra, participaram do debate a ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, o secretário do CNPC, Bernardo Mata Machado, o suplente da Secretaria Estadual da Promoção Social, Pedro Vasconcellos, secretária de Cidadania e da Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, assim como representantes da sociedade civil.

 

Fonte de referência: REVISTA CONEXÃO AFRO

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http://conexaoafro.wordpress.com/2014/06/06/minc-inclui-cultura-de-matriz-africana-em-conselho-nacional/

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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