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Mostra contemporânea e exposição ‘Templo de Oxalá’ entram em cartaz

’40 anos de Linguagem Contemporânea’ terá obras de 33 artistas no MAM.
Entrada é gratuita e exposições podem ser visitadas de terça a domingo.

Do G1 BA

28/07/2016 08h33 – Atualizado em 28/07/2016 09h01

 

Obras de 33 artistas compõem exposição sobre 40 anos de linguagem contemporânea (Foto: Jones Araújo/Divulgação)
Obras de 33 artistas compõem exposição sobre 40 anos de linguagem contemporânea (Foto: Jones Araújo/Divulgação)

Serão abertas nesta quinta-feira (28), às 19h, as exposições “40 anos de Linguagem Contemporânea” e “Templo de Oxalá”. A primeira mostra, que ficará no Casarão do Solar do Unhão, em Salvador, é composta por obras de 33 artistas que fazem parte do acervo do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA).

Já a exposição “Templo de Oxalá” será inaugurada na Igrejinha do museu. A mostra reúne obras do escultor, pintor, gravador e professor de artes plásticas baiano Rubem Valentim (1922-1991). As duas exposições ficarão em cartaz até 11 de setembro e a visitação pode ser feita de terça a domingo, das 13h às 18h. A entrada é gratuita.

A coletânea que ficará exposta no Casarão celebra quatro décadas de diálogos do museu com a produção atual das artes visuais, dando continuidade à programação de exposições do acervo da casa. Entre os artistas que tiveram obras selecionadas estão Juarez Paraíso, Edison da Luz, Juraci Dórea, Reinaldo Eckemberger, Sergio Rabivovitz, Mario Cravo Neto, Almandrade, Bel Borba e Guache Marques.

Mostra Templo de Oxalá também entra em cartaz nesta quinta (Foto: Ascom MAM/Divulgação)
Mostra Templo de Oxalá também entra em cartaz
nesta quinta (Foto: Ascom MAM/Divulgação)

Templo de Oxalá
Apresentada em 1977 à XIV Bienal de São Paulo, a exposição Templo de Oxalá, de Rubem Valentim, é constituída de painéis e esculturas em madeira branca.

Nascido em Salvador, e integrante da geração de 1950, o momento de renovação nas artes plásticas e outras linguagens na cidade do Salvador, Valentim desenvolveu seu trabalho a partir de elementos simbólicos da cultura popular e da semiótica afro do Candomblé.

De acordo com o artista plástico Almandrade, “Rubem Valentim foi o primeiro artista baiano a assumir a abstração”. Ele criou um diálogo entre a geometria da simbologia religiosa e a geometria formal de uma importante parcela da arte moderna, aproximando o que então podia ser considerado como “arcaico” daquilo que era visto como “moderno”.

Oficinas
O MAM também celebra, no dia 28, a retomada das Oficinas do MAM-BA, exibindo, na Galeria 3, gravuras produzidas por artistas como Almandrade, Bel Borba, Sergio Rabinovitz, Eliezer Bezerra, Antonio Társis, Caetano Dias, J. Cunha e Paulo Pereira.

SERVIÇO:
Exposições Templo de Oxalá, por Rubem Valentim, e 40 Anos de Linguagem Contemporânea no MAM
Abertura quinta-feira, 28 de julho, às 19h
De 29 de julho a 11 de setembro, das 13h às 18h.
Igrejinha e Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia – Av. Contorno, s/n, Solar do Unhão
Entrada gratuita
Mais informações: (71) 3117-6139

 

 

Extraído do portal de notícias G1 / Bahia
http://g1.globo.com/bahia/noticia/2016/07/mostras-sobre-contemporaneidade-e-templo-de-oxala-entram-em-cartaz.html

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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