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Mulher diz à polícia que pai de santo baixou espírito errado

Jovem queria Oxum, mas quem veio foi Yemanjá Oguntê

Jovem queria Oxum, mas 
quem veio foi Yemanjá Oguntê

QUARTA-FEIRA, 11 DE NOVEMBRO DE 2015

Uma mulher de Campinas (SP) abriu um B.O. (Boletim de Ocorrência) em uma delegacia acusando um pai de santo de ter dado um golpe porque, em uma consulta, o espírito baixado não era compatível com a personalidade dela.

A mulher de 23 anos — cujo nome não foi divulgado — quer a devolução de R$ 8.000 que pagou ao sacerdote para “realizar o santo”. Teve de raspar a cabeça para participar de um ritual.
Ela consultou o pai de santo em agosto, mas só recorreu à polícia no dia 9 de novembro, após saber por intermédio de outro sacerdote que tinha sido enganada.

A mulher queria receber conselho de Oxum, mas o orixá que baixou foi de Yemanjá Oguntê, o que a fez passar mal, afirmou.

Diz o B.O.: “Após alguns dias, a vítima passou mal porque foi feito “santo errado”, ou seja, estava com o “kelê”.

O Correio Popular informou que a Polícia Civil vai investigar o caso, mas não se sabe que procedimento poderá tomar já que não as questões sobrenaturais não são de sua alçada.

Até a Federação de Umbanda e Candomblé do Estado de São Paulo achou que o caso é estranho.

“Ninguém passa mal por causa de uma entidade”, disse Pai Salum, presidente da entidade.

Além disso, afirmou, não há com provar que o santo incorporado é o errado.

Pai Salum informou que a federação recebe com frequência queixa de pessoas se queixando de golpe.

Falou que quem trata desses casos é a polícia.

Com informação do Correio Popular.

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Extraído do Blog do Jornalista Paulo Lopes
Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2015/11/mulher-diz-a-policia-que-pai-de-santo-baixou-espirito-errado.html#ixzz3rLtIjRCF 

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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