Breaking News

Museu Afro Brasil traz a SP exposição do Instituto Smithsonian

Mostra sobre linguista afro-americano Lorenzo Dow Turner é exibida até outubro

 

Qua, 19/08/15 – 08h41

 

Mae Menininha (front center). Courtesy Anacostia Community Museum/Smithsonian Institution
Mae Menininha (front center).
Courtesy Anacostia Community Museum/Smithsonian Institution

Mãe Menininha (ao centro, na frente) e suas filhas de santo, no terreiro Ilé Axé Yá Masse, Salvador, Bahia, 1940-1941

Mende women reenacting a Mende funeral ceremony. Courtesy Anacostia Community Museum/Smithsonian Institution
Mende women reenacting a Mende funeral ceremony.
Courtesy Anacostia Community Museum/Smithsonian Institution

Mulheres mendes recriando uma cerimônia de enterro em Senehun Ngola, Serra Leoa, 1997

Ring Shouters, 1930 Courtesy Anacostia Community Museum/Smithsonian Institution
Ring Shouters, 1930
Courtesy Anacostia Community Museum/Smithsonian Institution

 

Cantores de roda dos anos 1930

 

Uma nova exposição inaugurada nesta semana no Museu Afro Brasil, no Parque do Ibirirapuera, apresenta ao público a vida e a pesquisa pioneira desenvolvida pelo primeiro linguista afro-americano, Lorenzo Dow Turner.

Originalmente criada e exibida em 2010 pela Anacostia Community Museum, integrante do Instituto Smithsonian, em Washington, Estados Unidos, a exposição tem curadoria da brasileira Alcione Meira Amos e segue até outubro.

Expoente acadêmico da comunidade negra americana nos anos 1930, Turner identificou a fala da comunidade gullah, do sul dos EUA, e rastreou seus registros na África e no Brasil, ligando, dessa forma, comunidades da diáspora africana através da linguagem.

Fazem parte da mostra fotografias que registram o trabalho de campo do professor Turner; um painel comparando palavras usadas no gullah, inglês e português do candomblé, com as suas origens nas línguas da África; um raro registro da fala gullah e cinco vídeos, incluindo “Raízes da África: ligações entre as palavras”, que mostra as raízes africanas de várias pessoas.
Outras exposições
Até o dia 30 de agosto, o museu promove ainda a maior mostra de arte contemporânea africana já realizada no país. O projeto “Africa Africans” traça um panorama da recente criação visual do continente por meio de obras de artistas de diversas nações africanas.

A exposição conta com cerca de 100 obras, de mais de 20 artistas, em diversos suportes e linguagens, além de outras obras de arte africana, pertencentes ao acervo do museu e à coleção particular de Emanoel Araujo, diretor curatorial do Museu.

Siga o Governo no Twi tterFacebook e veja fotos no Flickr
SERVIÇO
Gullah, Bahia, África
Museu Afro Brasil (Av. Pedro Álvares Cabral, Pq. Ibirapuera, Portão 10, São Paulo)
De 18/08 a 18/10
Mais informações no site do Museu Afro Brasil 

 

Extraído do portal do Governo do Estado de São Paulo
http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia2.php?id=242083

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

Related posts

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *