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Na lista de “pastores milionários”, Silas Malafaia vai processar a Forbes

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, vai processar a revista americana Forbes, que atribuiu a ele um patrimônio de US$ 150 milhões em reportagem sobre os líderes evangélicos brasileiros. “Vou ferrar esses caras”, disse, segundo informa a coluna de Mônica Bergamo na Folha.

Malafaia, que ocupa a terceira posição no ranking de religiosos milionários, estima seu patrimônio em R$ 6 milhões, menos de 2% do valor mencionado pela Forbes. “Vivo de renda voluntária. Eles me prejudicaram. [O fiel] vê aquilo e pensa, ‘ih, não vou [dar o dízimo], tá me roubando”.

À frente de líder da Assembleia de Deus estão Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, e Valdemiro Santiago, fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus. Completam a lista R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus, e o casal Sonia e Estevam Hernandes, da Renascer em Cristo.

Segundo a revista americana, o levantamento foi feito com base em dados obtidos com o Ministério Público e a  Polícia Federal. Malafaia disse à Folha que seu patrimônio pode ser resumido em nove imóveis. Uma casa na zona oeste do Rio de Janeiro, três apartamentos para os filhos, quatro outros adquiridos na planta e ainda mais um em Boca Raton, na Flórida (EUA). Ele ainda comenta ter doado à igreja

Silas Malafaia ocupa a terceira posição no ranking de líderes evangélicos      
uma Mercedes blindada. “Presente de aniversário de um empresário rico, parceiro meu”, contou. 

Em sua página no Facebook, Malafaia postou várias vezes o link de um comunicado publicado no site Verdade Gospel, onde critica a “safadeza” da Forbes. No texto, o pastor afirma que “existe um jogo muito bem organizado para denegrir pastores evangélicos a fim de que a sociedade tenha uma ideia de que pastor é um malandro usurpando dinheiro de imbecis e idiotas”.

Nota da RedaçãoA matéria retrata a realidade do movimento e provimento de recursos originados através dos cultos e venda de peças gráficas, não quero aqui, sugerir nenhuma negociação espúria, pois estaria sendo leviano, tendo em vista que provas concretas não tenho. Como disse Malafaia, os pastores não usurpam os fiéis, e pedir não é crime em lugar nenhum do planeta, dá quem quer e quem pode, mas levar o fiel da igreja a acreditar que se não doar o dízimo sua alma vai para o inferno, é no mínimo abusar da boa fé do adepto. O que mais me espantou nesse reportagem, é saber que um rico empresário e parceiro pode oferecer como presente de aniversário uma mercedez blindada (presente caro, esse, não é?), será que não tem nenhum interesse por detrás disso tudo. Fica a pergunta no ar. Falta agora a Forbes relacionar os sacerdotes de Umbanda e Candomblé mais ricos do País, vamos aguardar……

Fonte: Site Comunique-se

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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