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Nas religiões de origem africana, os orixás comem as oferendas

 

Babalorixás explicam relação da comida com religião e sociedade

28/09/2016 18h26 – Atualizado em 28/09/2016 18h26

 

Acarajé faz parte dos alimentos oferecidos aos orixás (Foto: TV Bahia)
Acarajé faz parte dos alimentos oferecidos aos orixás (Foto: TV Bahia)

A culinária do Recôncavo está muito ligada às religiões de matriz africana. No Aprovado de sábado, 24, a repórter Adriana Nogueira visita um terreiro de candomblé em Misericórdia, na Ilha de Itaparica, e conhece o babalorixá Joel, que fala sobre o acarajé, comida consagrada a alguns orixás, e dá dicas de como prepará-lo.

“Muitas coisas do candomblé passam necessariamente pela comida, desde a oferenda votiva de cunho eminentemente religioso até o comer, no sentido de alimentar-se, nas festas de terreiros”, explica o antropólogo e babalorixá Júlio Braga. “A comida alimenta parte importante do homem em sociedade. E isso não é diferente das comidas sagradas dos terreiros de candomblé”, esclarece.

O antropólogo observa que uma das diferenças encontradas nas religiões africanas é que os orixás, como os inquices, os voduns, comem. “São alimentos votivos, de natureza sagrada, e isso faz parte, inclusive, da própria dimensão do culto lá na África e aqui no Brasil”, afirma. Reveja a matéria completa.

 

http://gshow.globo.com/Rede-Bahia/Aprovado/videos/t/edicoes/v/babalorixa-joel-mostra-as-diferencas-entre-comidas-consagradas-a-alguns-orixas/5327658/

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Extraído da Coluna Aprovado do site do GShow / Bahia
http://gshow.globo.com/Rede-Bahia/Aprovado/noticia/2016/09/nas-religioes-de-origem-africana-os-orixas-comem-oferendas.html

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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