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Nos 70 anos de Maria Bethânia, 7 curiosidades sobre a menina de Oyá

18.06.2016 / 12:06  
Medo de baratas, sua coleção de cadernos, um costume durante seus shows… Glamurama entrega as manias de Maria BethâniaCrédito: Reprodução YouTube
Medo de baratas, sua coleção de cadernos, um costume durante seus shows… Glamurama entrega as manias de Maria Bethânia. Crédito: Reprodução YouTube
Nascida em 1946, Maria Bethânia completa neste sábado 70 anos – 50 anos deles, de carreira, comemorados no ano passado. Nascida em Santo Amaro da Purificação, na Bahia, Bethânia é a caçula da família e foi seu irmão, Caetano Veloso, quem escolheu seu nome após ouvir a canção homônima composta pelo músico Capiba. Começou a carreira em 1965, a convite de Nara Leão, para estrelar a peça “Opinião”, onde deu voz ao clássico “Carcará”. De lá, para o mundo. Fatos como esses podem ser encontrados em qualquer perfil ou texto sobre a cantora, mas e suas curiosidades e manias? Glamurama foi a fundo e garimpou 7 curiosidades sobre Bethânia que talvez você não saiba. Vamos lá?
  1. Do preto ao branco
Até a turnê do show “Rosa dos Ventos”, em 1971, Bethânia só usava roupas pretas já que ainda não era iniciada no candomblé. A primeira vez que foi a um terreiro foi no Rio de Janeiro. Na Bahia, quem a levou ao terreiro de Mãe Menininha do Gantois foi Vinicius de Morais. Depois que descobriu que é filha de Iansã, Ogum e Oxóssi, suas cores são turquesa, azul-rei, vermelho e branco – que ela usa às segundas, quartas e sextas-feiras.
  1. Seu apelido quando criança
Esqueça Abelha Rainha, tigresa, carcará, menina de Oyá… quando criança, Bethânia tinha o apelido de Berré e uma de suas brincadeiras preferidas era esconde-esconde.
  1. Coleções
Maria Bethânia já contou em diversas entrevistas sua adoração por… cadernos. Muitos, de várias cores. Divididos por temas, em alguns ela escreve seus sonhos, em outros ideias para shows e, noutros, textos autorais, que são queimados depois de escrever. Sem dó.
  1. Presentes
Durante seus shows nos anos 70, Bethânia tinha um costume “diferente”: em uma noite da turnê ela não cobrava entrada, mas pedia presentes. Em entrevista ao “Jornal do Brasil”, em 1974, Bethânia contou: “Aparece de tudo: desde chicletes a caixas de uísque. Livros, discos, bonecas, bibelôs, porquinho-da-índia, perfume, Möet & Chandon. Até um carro (um bugre)!”.
  1. Maior medo
Se em “Carcará” Bethânia é incisiva ao falar que “pega, mata e come” o animal, com baratas ela não pode dizer o mesmo. Ela odeia baratas. Em entrevista ao jornal “O Globo”, em 1980, ela ainda brincou: “Tenho tanto medo de barata que, quando morrer, quero ser cremada e não enterrada, só para não me encontrar com ela lá embaixo”.
  1. Vento e água
Bethânia adora motocicletas, tanto que durante os anos 80 era comum encontrar com a cantora montada em sua Yamaha nas ruas de São Conrado; e, assim como seu irmão Caetano, tem aversão a ar-condicionado e bebe água o tempo todo. “Até dormindo.”
  1. A música preferida
Em entrevistas, Bethânia já declarou diversas vezes que sua música preferida é “O Ciúme”, obviamente de seu irmão Caetano Veloso. Aqui, Bethânia canta a música em 1988. Parabéns, Maria Bethânia!     Extraído do blog Glamurama, do portal UOL // São Paulo - SP http://glamurama.uol.com.br/nos-70-anos-de-maria-bethania-7-curiosidades-sobre-a-menina-de-oya/

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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