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Nove em cada dez brasileiros atribuem o seu sucesso financeiro a Deus

25 DE DEZEMBRO DE 2016 – 19:18

 

Nove em cada dez brasileiros (88%) dizem dever o seu sucesso financeiro “a Deus”, segundo uma sondagem hoje divulgada pelo Instituto Datafolha.

Foto: Bruno Kelly/Reuters
Foto: Bruno Kelly/Reuters

 

 

Entre os brasileiros que dizem ter uma religião, a percentagem supera os 90%, chegando aos 70% entre os que dizem que não professam nenhuma religião. E até 23% daqueles que se dizem “ateus” responderam positivamente à questão: “Todo o sucesso financeiro da minha vida devo-o, em primeiro lugar, a Deus”.

Segundo a sondagem, 97% dos evangélicos (que no Brasil incluem os protestantes históricos e os neo-pentecostais) dizem haver uma influência divina nas suas finanças, tal como 91% dos católicos, 70% dos que não seguem nenhuma religião, 66% dos seguidores do espiritismo e 63% seguidores do culto afro-brasileiro Umbanda.

Esta sondagem foi levada a cabo através das respostas de 2.828 pessoas com mais de 16 anos, em 174 cidades do Brasil, país que conta com mais de 200 milhões de habitantes, e a margem de erro está fixada nos dois pontos.

Os inquiridos com menor grau de escolaridade são mais propensos a atribuir o sucesso financeiro a Deus, mas 77% dos licenciados também atribuem uma responsabilidade divina para o estado das suas finanças.

Outro dos resultados desta sondagem mostra que o Brasil é cada vez menos católico. Desde 2014, esta religião perdeu 9 milhões de seguidores e, hoje, apenas 50% dos brasileiros dizem ser católicos, enquanto 22% são evangélicos.

Há dois anos, 60% dos brasileiros declararam-se católicos (praticantes ou não praticantes), contra 74% há 25 anos. E, desde então, o número de brasileiros “sem religião” mais do que duplicou de 6% para 14%.

 

Extraído do site da Rádio Notícias TSF / Lisboa – PT
http://www.tsf.pt/internacional/interior/nove-em-cada-dez-brasileiros-atribuem-o-seu-sucesso-financeiro-a-deus-5571407.html

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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