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O Candomblé perde Waldir de Osumarè

Waldir de Osumare2
Waldir d´Osumarè
Foto: Internet

Sérgio D´Giyan

O candomblé do Rio de Janeiro perde um dos seus mais ilustres representantes, Waldir de Osumarê. Sua roça era localizada atrás do Museu Duque de Caxias, em Santa Cruz da Serra.

Nota da Redação: No início dos anos 80, conheci num sítio de propriedade de um profundo admirador do Candomblé, conhecido como Seu Estrela, um rapaz franzino, de olhar desconfiado, mas muito esperto e inteligente, seu nome era Waldir, recentemente chegado de Salvador, a convite do dono da casa. Sabia com muita maestria conduzir um toque, além de dançar muito bem.  Waldir assume essa casa, após o falecimento do Seu Estrela. Tempos depois, na casa do finado Francisco de Iyemanjá, eu o reencontro e vejo

pela primeira vez seu orixá, Osumarê, até hoje não sei descrever esse momento, só sei que era belíssimo e encantador.

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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