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Parecer que pede tombamento de 10 terreiros de candomblé é aprovado

Decisão do Conselho de Cultura foi divulgada após sessão na quarta.
Órgão argumenta que tombamento é melhor alternativa para proteger bens.

Do G1 BA | 18/09/2014 07h00 – Atualizado em 18/09/2014 07h03

 

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Sessão aprovou parecer sobre tombamento de terreiros (Foto: Renata Alves / Ascom CEC / )

O Conselho Estadual de Cultura da Bahia aprovou, por unanimidade, um parecer da Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Natural, que solicita o tombamento e o registro especial de 10 terreiros de candomblé em Cachoeira e São Félix, no Recôncavo Baiano. A decisão foi divulgada após sessão realizada na quarta-feira (17).

Em nota, o Conselho informou que o parecer é resultado de uma solicitação do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultura (IPAC), para que fosse feito o registro especial desses espaços como patrimônio imaterial. No entanto, a Câmara “decidiu que o tombamento é a melhor alternativa para garantir a proteção desses terreiros e a conservação dos seus espaços físicos”.

Segundo o Conselho, o registro especial proposto aos terreiros prevê a preservação dos aspectos simbólico-culturais. O órgão explica que a medida zela pelos bens imateriais, como as manifestações populares. Já o tombamento é voltado para a preservação física dos espaços, “para bens culturais materiais, como imóveis e obras de arte”.

Confira a relação dos terreiros contemplados no dossiê analisado pelo Conselho Estadual de Cultura da Bahia:
1 – Terreiro Humpane Ayomo Huntólogi
2 – Terreiro Viva Deus ( Asepó Eran Opé Olúwa)
3 – Terreiro Aganju Didê
4 – Terreiro Raiz de Ayrá
5 – Terreiro Ilê Axé Ogunjá
6 – Terreiro Lobanekum
7 – Terreiro Ogodô Dey
8 – Terreiro Dendezeiro Incossi Mukumbi
9 – Terreiro Ilê Axé Itayle
10 – Terreiro Labanekum Filha

 

 

Extraído do portal de notícias G1

http://g1.globo.com/bahia/noticia/2014/09/parecer-que-pede-tombamento-de-10-terreiros-de-candomble-e-aprovado.html

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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