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Povos de terreiro ganham o centro do Recife pelo fim da intolerância

 

Publicado em: 01/11/2016 17:19 Atualizado em: 01/11/2016 17:36

Ato abre as atividades do Mês da Consciência Negra. Foto: Adaíra Sene/DP
Ato abre as atividades do Mês da Consciência Negra. Foto: Adaíra Sene/DP                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   

Abrindo as atividades do Mês da Consciência Negra, lembrado em novembro, os povos de terreiro ganharam o centro do Recife com a tradicional Caminhada dos Terreiros, que chega a sua décima edição neste ano. Pedindo o fim da intolerância religiosa, dezenas de seguidores de religiões de matrizes africanas entoaram saudações aos orixás e pediram o apoio da população nas denúncias de violência contra os religiosos.

A concentração começou às 14h, no Marco Zero, mas o cortejo ganhou a Avenida Marquês de Olinda por volta das 16h20. Horas antes, foi lançada a programação oficial do período, no Centro de Artesanato de Pernambuco, também no Bairro do Recife.

As atividades do Mês da Consciência Negra são coordenadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, pela Secretaria Executiva de Segmentos Sociais e pela Coordenadoria de Igualdade Racial. A programação inclui seminários, fóruns, encontros, conferências, rodas de diálogo, marchas, exposições e festivais em municípios do Grande Recife, Agreste e Sertão.

Caminhada acontece há 10 anos. Foto: Adaíra Sene/DP
Caminhada acontece há 10 anos. Foto: Adaíra Sene/DP

 

Extraído do site do Jornal Diário de Pernambuco / Recife – PE
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2016/11/01/interna_vidaurbana,673049/povos-de-terreiro-ganham-o-centro-do-recife-pelo-fim-da-intolerancia.shtml

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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