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PPLE faz encontro com mobilizadores e diretórios no IPN

Será no próximo 14 de março, às 09h, a reunião promovida pelo PPLE – Partido Popular da Liberdade de Expressão com seus diretórios municipais e mobilizadores do Rio de Janeiro. O encontro acontecerá na sede do IPN – Instituto dos Pretos Novos, na Gamboa, na rua Pedro Ernesto, 52, próximo a Praça da Harmonia, na área portuária da cidade.

Os membros e colaboradores do PPLE não devem deixar de estar presente a mais esse evento.

O PPLE é oriundo de um movimento popular, autônomo e suprapartidário que reúne descendentes das tradições afro brasileiras. O PPLE enfrenta seu primeiro grande desafio: conseguir o registro legal de partido político no TSE. Sua participação é decisiva na CAMPANHA NACIONAL de APOIO para coletar 500 mil assinaturas de eleitores em todo Brasil.

O PPLE será uma nova alternativa política de protagonizar a luta pela igualdade racial e as demandas dos segmentos socialmente excluídos, como índios e ciganos, e em especial, os negros, quilombolas e praticantes de religião de matriz africana no Brasil.

O Estatuto do PPLE tem entre seus pilares o resgate e preservação das tradições culturais afro-brasileiras, a laicidade do Estado e a livre manifestação do pensamento na construção de uma sociedade justa, igualitária e pluralista.

A idéia de criação de um partido que atendesse as demandas dos descendentes das tradições afro brasileiras surgiu em 2000 e culminou no ato público de fundação do PPLE, em 20 de novembro do mesmo ano, no Monumento Zumbi dos Palmares do Rio de Janeiro. Sintonizado com as demandas emergentes dos movimentos sociais, o PPLE quer garantir, logo em 2014, a participação direta nas decisões e políticas públicas que visem reduzir as desigualdades entre grupos étnicos, para ampliar o alcance das políticas de ações afirmativas do governo.

Para o Presidente da Comissão Executiva provisória e idealizador do PPLE, Marcelo Monteiro, o partido trabalha na consolidação de uma nova referência política para construir uma sociedade compromissada com a igualdade racial e empenhada em ampliar os espaços de participação política, organização da cidadania e os princípios éticos no exercício da vida pública.

Para cumprir as determinações legais de registro no TSE, o PPLE promoverá uma campanha para obter 500 mil assinaturas de eleitores em todo o Brasil. A Internet terá um papel importante no desafio de atingir esse objetivo. Pelo site www.pple.com.br, os internautas podem baixar fichas de apoio, cadastro para coleta de assinaturas e interagir nas mídias sociais. O objetivo é incentivar os simpatizantes a manifestar apoio e conseguir a adesão de outras pessoas, além de estimular mutirões em espaços públicos.

A reunião do PPLE acontecerá dentro de um monumento a ancestralidade, o IPN, 0 Memorial dos Pretos Novos é parte integrante do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos – IPN que tem por finalidade a reflexão sobre a escravidão no Brasil, assim como o desenvolvimento de projetos educativos e de pesquisa para a preservação da memória dos  Pretos Novos.

Pretos Novos era o nome dado aos cativos recém-chegados da África e desembarcados no Rio de Janeiro, em meados do século XIX, em uma área da cidade chamada, então, de Pequena África. Neste local, hoje a zona portuária da Gamboa, ficava o mercado de venda dos negros cativos.

O memorial é um sítio arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos que funcionou no local, entre os anos de 1769 e 1830, um ato de reverência e respeito aos milhares de negros recém-chegados à colônia, mortos ou doentes devido aos maus tratos durante a travessia do Atlântico.

Estima-se que ali tenham sido depositados, em valas coletivas, os corpos de 20 a 30 mil negros, muito embora estes números não façam parte dos registros oficiais.

Foto: PPLE facebook

Fonte: site do PPLE e IPN

http://www.pple.com.br/index.html

 

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Ilé Asé Omin Oiyn, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Hoje, é editor do Jornal Awùre. Diretor Financeiro da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. Colabora com a assessoria de comunicação do PPLE - Partido Popular da Liberdade de Expressão Afro-Brasileira. É sócio diretor na agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras.

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