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Praça da Bandeira vira pólo gastronômico e restaurante é point da cultura afro

 

 

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Dida, empresária do restaurante de mesmo nome

O recém inaugurado Dida Bar e Restaurante, na Praça da Bandeira, comemora a assinatura que oficializa a Praça da Bandeira, como novo Polo Gastronômico da Cidade. Hoje saiu em Diário Oficial que o Rio de Janeiro. Que ganhou 4 novos Polos. A medida tem o objetivo de fortalecer o comércio nos bairros e áreas beneficiadas, com autorização especial para colocação de mesas e cadeiras em área pública. Os novos polos são os seguintes: Polo Gastronômico da Praça da Bandeira, Polo Gastronômico da Praça Saens Peña, Polo Gastronômico do Grajaú e Polo Gastronômico de Vila Isabel.

O Dida Bar e Restaurante está desde Dezembro ocupando a Rua Barão de Iguatemi 408. Segundo a empresária Dida, “a assinatura desse decreto, vai favorecer muito os nossos estabelecimento”. A Casa vem se destacando por apresentar um conceito contemporâneo de bar, e tem em sua grade especiais eventos exaltando a gastronomia Afro brasileira.

Ocupando o endereço, da Rua Barão de Iguatemi 408, o Dida Bar e Restaurante, é o novo tempero a fazer parte do Polo Gastronômico da Praça da Bandeira, sob o comando da “ Dida”. Filha de “Tia Maria”, que liderou um bar na Zona Norte da cidade, na década de 70, frequentado por Mestre Sargento, Mestre Celso, entre outros…

​Dida incorporou no bairro o tempero que herdou de ​sua mãe, atesta a mais nova restauranteur da Praça. Mas ​põe à sua marca, ​uma pitada de simpatia e uma gargalhada cativante. Essa é a Dida.

O Bar é familiar, começando pela gestão, com Dida e filhos  no comando, então é só chegar e se sentir a vontade. O imóvel onde antes funcionou o Petit Paulette, ganha uma nova         r​epaginada. No conceito contemporâneo de bar, logo na entrada, o estilo decor se destaca, com parede​ de tijolo visível de demolição, 8 quadros étnicos ​completam o charme do ambiente decorado pelo artista plástico Paulo Belisario.

 

Uma​ outra parede, essa de cor azul royal, com quadrinhos que fazem homenagens Candeia, Clementina de Jesus, Cartola e Martinho da Vila, com reprodução de capa de discos, pequeninas cabaças e potes de barro, entrem outros objetos completam a arte. Esse espaço divide a atenção com o pequeno palco de 2m X 1,5m  onde acontecem os shows de samba, jazz, jongo, com programação nova a cada semana.

No teto, uma ornamentação com colheres de madeira em meio às luzes chama a atenção. O balcão de mármore, outro charme à parte, com 2m de extensão localizado a frente da entrada, acima dele, o adesivo com o nome do bar.

O clima é uma releitura dos bares de antigamente, grandes janelas, pé direito alto, rustico e aconchegante. “Nossa proposta é manter a resistência cultural do bar Tia Maria e ao mesmo tempo mergulhar na   contemporaneidade,” contextualiza Dida.

Embora enxuto, mas com a ideia de ter sempre novidade, o cardápio já apresenta petiscos de “babar”. O carro chef, fica por conta do Bolinho de Feijoada – bolinho de feijão recheado de carnes salgadas, couve e empanados com farinha de torresmo, R$ 8,00 a unidade ou porção com 4 unidades, por R$ 20,00. Dando sequência aos bolinhos famosos da casa, o delirante sabor do Bobozinho de Camarão (bolinho de bobó de camarão), porção com 4 unidade por R$ 20,80, Bolinho de Bacalhau, 6 unidades, por R$ 35,00

Outra deliciosa tentação é o Bolinho de Grão de Bico com bacalhau, com 6 unidades por R$ 20,00. Na “ala” dos croquetes, Croque Croc – croquete de carne especial recheado de queijo, empanado em farinha de torresmo e bananas crocantes, 8 unidades, por R$ 35,00. Ainda nessa “vibe” de quitutes, Cigarrete de Queijo Coalho, 6 unidades, por R$ 22,00. Assim como Croquete de Carne, por R$ 20,00. O Croquete de Carne Seca – recheado com abóbora, 6 unidades por R$ 25,00. Dando continuidade as petiscos, os clássicos de bar, Filé Aperitivo ao molho madeira, sai por R$ 45,00 – Carne Seca Acebolada com Aipim, por R$ 39,00 – Batata Frita Especial, com queijo gratinado, bacon e calabresa, por R$ 28,00, Batata Frita Simples, por R$ 20,00, também são boa pedidas. Não podiam faltar os deliciosos pasteis, como o Napolitano – recheado com queijo minas, tomate e orégano, sei unidades por R$ 21,80 ou na versão com Camarão, 6 unidades  por R$ 23,80.

Os petiscos individuais, são um sucesso, como a Taça Nordestina (escondidinho de baião de dois) por R$ 19,00,  Jiló Recheado, com muçarela, bacon, calabresa refogada no molho de tomate, por R$ 7,50. Outra dica arrebatadora é a Berinjela Recheada com muçarela, por R$ 11,20.

Um novo espaço cultural, pode-se dizer assim, já que há uma infinidade de guloseimas e com música de “respeito”, o Dida Bar e Restaurante pretende ser um novo point carioca.

Dida reserva novidades.  Além do saboroso cardápio da casa, a cada período apresentará um cardápio extra como “Sugestão da jovem Chef Dandara” com um conceito afro-brasileiro e africano, prometendo aprazíveis surpresas.

No quesito cerveja o que se destaca no Dida bar são os rótulos das cervejas artesanais, O Bar foca mais nas cervejarias cariocas tais como 2 Cabeças, Hocus Pocus, Hija de Punta, Three monkeys, Noi, Ampolis, Bohemia, Therezopolis mas também  tem rótulos de outras regiões: Invicta, Bierland, Colorado, Mistura clássica entre outras. O cardápio muda semanalmente e vale a pena consultar o garçom sobre novidades cervejeiras.

Em um  armário retrô, dá para visualizar os rótulos da famosa “branquinha” como: Germana, Boazinha, Salinas, Seleta e Vale Verde

Com isso, o pequeno espaço com uma boa gastronomia é um convite ao novo, ao antigo e ao mesmo tempo ao que promete ser uma grande tendência carioca.

Descubra o tempero da Dida, entre e fique a vontade.

 

Informações :

Rua Barão de Iguatemi, 408 Praça da Bandeira

Telefone: (21) 2504-0841

De 3ª à 5ª, 12:00h às 23h

Sexta e Sáb 12:00h à 1h

Dom de 12:00h às 18h

Formas de Pagamento:

Cartões de débito: Visa e Mastercard

Cartão de Credito: Visa e Mastercard

Ticket Restaurante / Sodexo/ Alelo

Capacidade: 40 lugares

 

Fonte: Assessoria de Comunicação

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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