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Premiação por produção de filmes sobre Cultura afro

28/10/2014 – 15:44

Estudantes são premiados por produção de filmes
Estudantes são premiados por produção de filmes (Foto: Ascom)

Com o título de ‘Defensores Mirins dos Direitos Humanos’ estudantes Instituto Dom Fernando Gomes foram premiados na manhã de hoje, 28, com medalhas e certificados por produzirem vídeos com temáticas voltadas à cultura afro-brasileira. As entregas foram feitas por professores e pelo secretário de Estado dos Direitos Humanos e da Cidadania, Antônio Bittencourt.

Entitulado ‘Semana Cine Afro-consciência: Cultura afro-brasileira e suas múltiplas face’, o projeto teve a iniciativa do professor de história da instituição, Ginaldo Barbosa dos Santos, que desenvolveu as atividades com alunos do 7° Ano. Os três melhores vídeos selecionados foram ‘O que é ser negro no Brasil’, produzido pelos alunos do 7º Ano A; o outro escolhido foi ‘ Preconceito contra o negro no Brasil! ’ da turma B e o último foi o vídeo ‘ A CAPOEIRA’,  7º Ano E.

De acordo com Ginaldo, o objetivo é garantir a aplicação da lei 10.639, de janeiro de 2003, prevê a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” e coloca como conteúdo o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade.

“As crianças surpreenderam a todos com a desenvoltura demonstrada ao utilizar os recursos da informática na produção do material. Assim como a maturidade nas abordagens dos temas, mostrando entendimento pleno sobre o conteúdo desenvolvido”, conta o professor.

Projetos como este acrescentam aos nossos alunos mais conteúdos nos conhecimentos ligados às nações e as culturas afros do Brasil e possibilita a construção da interdisciplinaridade dentro do  ambiente escolar. É nesta fase que as desmistificações devem ser feitas para que se tornem adultos com conhecimento de sua origem e livres de preconceito”, avalia.

O secretário de Estado dos Direitos Humanos, Bittencourt, o ambiente escolar tem o papel fundamental de estimular a discussão sobre a cultura, história e identidade da população negra no Brasil contribui na formação dos futuros adultos.

“Esta é uma temática importante e presente no dia- a- dia da sociedade A falta de conhecimento contribui com a disseminação do preconceito, infelizmente visto de forma muito natural. Parabenizo todos os estudantes e profissionais do Instituto envolvidos com esse Projeto, em especial ao professor Ginaldo”, parabeniza Bittencourt.

“Que ações como esta sejam estimuladas e difundidas e sejam modelos para as demais instituições. É também na escola onde deve ser trabalhada a quebra de preconceito”, complementa.

Fonte: Ascom

Extraído do site Infonet / Aracaju – SE

http://www.infonet.com.br/educacao/ler.asp?id=164987

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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