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Professor realiza trabalho de intolerância religiosa e cultura afro em escola de Taubaté

Ações tiveram articulação com o Currículo Oficial do Estado

09/12/15SAIBA MAIS O mês de setembro foi repleto de atividades na E.E. Deputado César Costa, localizada na cidade de Taubaté, município de São Paulo. O professor de Língua Portuguesa, Hete Valério, propôs aos alunos do Ensino Médio dois trabalhos diferentes. No primeiro, o docente abordou a intolerância religiosa, no qual os alunos do 8º ano, 2ª e 3ª séries do Ensino Médio trabalharam os gêneros textuais inseridos no Caderno do Aluno, que atende as especificações do Currículo Oficial do Estado de São Paulo dentro das áreas do conhecimento de Ciências Humanas, Linguagem e Códigos, Ciências da Natureza e Matemática, auxiliando os alunos no desenvolvimento de novas competências e habilidades. Além disso, os estudantes puderam participar de um debate que contou com a participação de representantes das mais variadas religiões. “Para fazer este trabalho, reuni a parte gramatical e cultural do conteúdo da apostila do aluno e apresentei aos estudantes. A partir desse material eles elaboraram as perguntas para os representantes das religiões. Tivemos presença de evangélicos, católicos, umbandistas, entre outros. Durante as questões dos alunos, os convidados também falaram sobre a visão de uma religião sobre a outra. Tudo foi muito esclarecedor para os estudantes”, afirma o educador. Em tempos em que o preconceito religioso se dá cada vez mais presente na sociedade, o trabalho também serviu para que os alunos da unidade de ensino pudessem ter maior conhecimento sobre cada aspecto que envolve as religiões apresentadas. “Eu achei muito legal trazer esse debate para dentro da escola, porque hoje em dia vemos muito preconceito em cima desse tema. E essa atividade foi boa para as pessoas conhecerem e mudaram um pouco a visão”, afirma a estudante Izabelle Delta Camardella. A opinião foi compartilhada pelo aluno Matheus Ribeiro Ricci: “Esse debate ajudou a abrir a mente de quem não conhecia as religiões. Isso abrangeu o conhecimento das pessoas sobre o assunto”, revela. Cultura afro A segunda atividade abordada pelo docente teve como foco a cultura africana. Nessa, os estudantes, divididos em grupos, participaram de um seminário que contou com apresentações de dança, comidas típicas entre outras curiosidades que envolvem o tema. Cada grupo ficou responsável por atrelar a influência que a cultura africana teve, e tem até hoje, em cada uma das cinco regiões do Brasil (Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste). Tudo, de acordo com o material inserido no Caderno do Aluno. “Tivemos grupos que apresentaram trabalhos de como é a influência da música africana no Brasil, também de como a comida africana está presente no dia a dia, etc”, afirma o docente. “Esse trabalho foi legal, principalmente por descobrirmos a influência que a cultura africana teve no Brasil. Foi muito legal descobrir que nossa cultura foi, e ainda é, influenciada por uma de outro país”, afirma Heloisa Lima de Oliveira. Auxílio no desenvolvimento de competências do Currículo Os estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio matriculados nas mais de cinco mil escolas da rede estadual paulista contam com material exclusivo desenvolvido por especialistas da Educação. O Caderno do Aluno chega às salas de aula por meio do programa São Paulo Faz Escola, duas vezes ao ano. Saiba mais aqui.  
Foto: Divulgação
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Download Extraído do portal da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo / São Paulo - SP http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/professor-realiza-trabalho-de-intolerancia-religiosa-e-cultura-afro-em-escola-de-taubate

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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