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Projeto Ajeum leva cardápio afro-baiano para a Casa do Benin

Com um preço único de R$ 40, a pessoa tem o direito a uma entrada, um prato principal e a sobremesa

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)

07/01/2017 17:02:00

 

A casa do Benin recebe durante os meses de janeiro e fevereiro a segunda edição do Ajeum de verão. O projeto permite um contato com a culinária afro-baiana, sempre nas sextas, sábados e domingos, das 11h às 16h. O Ajeum integra a programação especial de verão do projeto Pelourinho Dia & Noite, da Prefeitura de Salvador.

Sob o comando da chef Ana Célia Batista, do restaurante Zanzibar, o projeto começou nesta sexta-feira (6) e vai até o dia 19 de fevereiro. “Para mim é uma honra participar do projeto. Fui convidada pelo Fernando Guerreiro, presidente da Fundação Gregório de Mattos, e é um projeto importante porque não fica apenas essa coisa de comida europeia. A gente precisa difundir e mostrar a comida africana”, diz a chef. São duas pessoas na cozinha e os preparativos do cardápio começam já na quinta-feira, quando a comida é pré-preparada.

A chef Ana Célia Batista é a responsável pelos pratos afro-baianos servidos no Ajeum verão (Foto: Evandro Veiga/CORREIO)
A chef Ana Célia Batista é a responsável pelos pratos afro-baianos servidos no Ajeum verão
(Foto: Evandro Veiga/CORREIO)

Com um preço único de R$ 40, a pessoa tem o direito a uma entrada, um prato principal e a sobremesa. Nesse primeiro fim de semana, a entrada fica por conta de um inhame com patê de camarão seco. Em seguida, o cliente tem a opção de escolher entre três pratos principais: xinxim de galinha, moqueca de peixe ou frigideira de siri catado. Por fim, a refeição termina com uma sobremesa que pode ser uma cocada ou um doce de caju.

Já a partir da próxima semana, o cardápio vai ser completamente tomado pela culinária africana. “O pessoal vem com uma ideia de comida africana e se depara com uma comida extremamente saudável. A comida africana mesmo leva muito menos dendê. A baiana tem muito dendê, mas africana é mais baseada no inhame, quiabo, batata doce e banana da terra, por exemplo”, conta Ana Célia.

Sempre às sextas-feiras acontece também um curso de culinária, em que a chef ensina uma prato da comida africana. Os interessados nas 8 vagas ofertadas podem se inscrever gratuitamente através do site da Fundação Gregório de Mattos.

Além de receber o Ajeum, a Casa do Benin abrirá em todos os finais de semana de janeiro e fevereiro, também como parte da programação de verão do Pelourinho Dia & Noite. Administrado pela Fundação Gregório de Mattos, o espaço abre de segunda à sexta das 9h às 17h e nos finais de semana das 10h às 16h.

 
Extraído do site do Jornal Correio 24hs / Salvador – BA
http://www.correio24horas.com.br/detalhe/salvador/noticia/projeto-ajeum-leva-cardapio-afro-baiano-para-a-casa-do-benin/?cHash=b3d52ff89b3e0a9eb2553270f5041715

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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