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Projeto do Rio é um dos 8 selecionados do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade

 

Jornal do Brasil

28/09 às 12h23 – Atualizada em 28/09 às 12h25

 

 

O Projeto Ilé Omiojúàró: Patrimônio Cultural, de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, está entre os vencedores do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A idealizadora do projeto, Mãe Beata de Iemanjá, é Patrimônio Vivo do Rio. O título foi concedido pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro.

Sabendo da importância do patrimônio cultural para a humanidade, o Ilé Omiojúàró dedica-se à identificação e preservação de objetos que ajudam a contar a história da participação dos negros na construção da identidade do país. Quem visita o terreiro de candomblé encontra peças que eram usadas nas casas de engenho, objetos dos rituais de candomblé e ferramentas usadas para prender e açoitar os negros no período da escravidão. Além disso, o espaço, que desde 2010 é um Ponto de Cultura, eventualmente, oferece a comunidade oficinas, aulas de samba de roda e saraus.

O Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade foi criado pelo Iphan , em 1987, em homenagem ao primeiro presidente do Instituto. O objetivo é reconhecer ações de preservação, valorização e promoção do Patrimônio Cultural Brasileiro, desenvolvidas por pessoas e instituições públicas ou privadas. O prêmio, que está em sua 28ª edição, selecionou oito projetos dentre eles do estado do Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e o Distrito Federal. Cada um dos vencedores recebe um certificado e o valor de R$ 30 mil. A premiação ocorre no dia 26 de outubro, em Brasília

 

Extraído do site do Jornal do Brasil on line / Rio de Janeiro – RJ
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2015/09/28/projeto-do-rio-e-um-dos-8-selecionados-do-premio-rodrigo-melo-franco-de-andrade/?from_rss=None

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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