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Quimbanda no Rio Grande do Sul – Magia Negra? – PARTE1

Primeiramente é bom desmistificarmos a ideia sobre os Exus e Pombas Giras, e para iniciarmos vou tentar conceituar sobre esta definição.

O que na verdade são exus e pombas-giras?

quimbanda1Os exus e pombas-giras nada mais são, senão o que chamamos de Kiumba, logo este nada mais é do que o marginal do baixo astral, e também é considerado um tipo de obsessor. Espíritos endurecidos e maldosos, que fazem o mal pelo simples prazer de fazer, e tudo o que é da luz e o que é do bem, querem a todo custo destruir. Esses espíritos, “Kiumbas”, vivem onde conhecemos por “Umbral” onde não há ordem de espécie alguma, onde não há governantes e é cada um por si. Muitas vezes são recrutados através de propinas.

Todo Exu ou Pomba-gira chefe de quimbanda, astralmente falando, por serem mais fortes e poderosos, capturam no baixo plano estes Kiumbas e aprisionam em suas casinhas de exu/pomba-gira para que estes então trabalhem para eles.

Sempre que um consulente necessitar de uma ajuda espiritual, os trabalhos serão designados a estes Kiumbas para realizarem a tarefa e em troca receberão restos de charutos, bebidas, farrapos de roupas.

Para cada trabalho bem sucedido, uma nova recompensa e cada vez mais estas vão ficando de melhor qualidade, até que haverá um momento em que estes não mais serão suficientes e então o Chefe de Quimbanda terá que liberar este Kiumba para fazer o seu próprio exército de Kiumbas.

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Assim é realizado então no Plano Astral inferior um encontro com os lideres de cada falange, neste ato o Kiumba ora liberto deverá escolher a qual falange gostaria de pertencer, após esta escolha lhe é concebido um nome de acordo com esta falange, e por isso que vemos tantos Exus Tiriri, Sete Cruzeiros, Sete Catacumbas, Maria Padilha, Maria Molambo, Maria Quitéria, etc…

Estes nomes servem apenas para identificar a qual falange eles pertencem, pois no Plano Astral são chamados pelos nomes que aqui no Plano Terrestre possuíam.

Continua….

 

556777_232056923625881_3672318_nSou Pai Adriano T’ Ogun Adjolá – Cultuador de Orìsà desde 1993, nação Nagô-Afrosul pela vertente de Cabinda, em Porto Alegre/Rio Grande do Sul. Filho da Yalorisà Tais de Xapanã Jobiteìú.

Telefone de Contato: (51) 9339-3868 – (51) 8574-4305

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Ilé Asé Omin Oiyn, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Hoje, é editor do Jornal Awùre. Diretor Financeiro da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. Colabora com a assessoria de comunicação do PPLE - Partido Popular da Liberdade de Expressão Afro-Brasileira. É sócio diretor na agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras.

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1 Comment

  1. JONAS SOUZA

    Boa noite

    Tenho muitas duvidas sobre a Umbanda e Kimbanda, tenho meu conga na minha casa nos fundos mas somente com caboclos e preto velho posso colocar meu exu junto?? tipo em baixo dos caboclos??

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