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Rival será palco da quarta edição do Prêmio Afro, confira

A segunda do dia 31 – de julho, o Teatro Rival Petrobras se transformará no “Cabaré dos Nossos Sonhos”, para a entrega da premiação da 4ª edição do Prêmio Afro     

 

O Teatro Rival Petrobras, na Cinelândia, será palco para a 4ª edição do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras, em uma cerimônia inovadora, a partir 19h. A entrega dos prêmios terá um formato de um espetáculo – “Cabaré dos Nossos Sonhos”.

O espetáculo foi concebido pelo Diretor Artístico, roteirista e dramaturgo Elísio Lopes Jr., para trazer leveza a um protocolo muitas vezes cansativo e monótono.  A proposta é envolver os convidados por um cenário misterioso, mágico e ao mesmo tempo lúdico, onde cinco personagens de um cabaré cantam composições de Chico Buarque, Gilberto Gil, Wilson Simonal, Tony Tornado, entre outras, para encantar o público. Sem sombra de dúvida, será inesquecível.

Com toda graça e humor o elenco leva para um mundo entre a realidade e a ficção. Madame Rosê (cantora Rosa Marya Colin) abre as portas do seu “Cabaré dos Nossos Sonhos”, Lolô Angolana (atriz angolana Heloísa Jorge), Lili Tomba Tudo (Lellêzinha – vocalista do Dream Team do Passinho), Naná Baiana (atriz Ariane Souza) e Souvenir (ator Orlando Caldeira) receberam com toda pompa e circunstância.

Esta realização também é uma homenagem ao ator Antônio Pompeu (1953-2016) e será celebrada com a participação especial de Zezé Mota, sua amiga e companheira de cena.

A 4ª Edição do Prêmio Afro, recebeu ao todo 434 inscrições, sendo 179 no segmento de Artes Cênicas, 187 no segmento de música e 68 no segmento de Prêmio Especial – Preservação e Difusão do Patrimônio Cultural e Histórico.

Todas as regiões do Brasil acessaram o portal de inscrição do prêmio, sendo que o maior número foi do Sudeste, com quase 50%, seguido pelo Nordeste, com cerca de 20% do total recebido.

Os ganhadores passaram pelo crivo de um júri formado por nove especialistas, de várias partes do Brasil. Além do troféu, levarão para as suas regiões um prêmio em dinheiro, totalizando R$900 mil. Onde 11 projetos foram selecionados, oriundos de diversos locais, como Brasília, Minas, SP, Bahia, Pernambuco e outros. São eles:

 

Segmento de Música

  • Um corpo no mundo – SP

Dandara Produções Culturais e Audiovisuais Ltda – Me

  • Memórias Afro-Atlânticas: as gravações de Lorenzo Turner na Bahia (1940/1941)   – BA – Couraça Criações Culturais 
  • Rodas Griô com Mestra Martinha do Coco – DF

Instituto Rosa dos Ventos de Arte, Cultura e Cidadania

  • Orquestra Afro Brasileira – 75 anos – RJ

Singra Produção Comunicação e Marketing Ltda

  • O Berço do Batuque no RS: Mestre Borel – Toques e Cantos da Nação Oyó-Idjexá – RS – RBK ME 

 

Segmento de Artes Cênicas

  • Deixa-Me Ser Tambor – PA – Associação Cultural e Esportiva de Negros na Amazônia – Acena
  • Luz Negra – O Negro Em Estado De Representação – PE

O Poste Soluções Luminosas LTDA-ME

  • Liberdade Assistida – DF – Traço Cultural
  • Traga-Me A Cabeça De Lima Barreto – RJ

 Comuns Eventos e Projetos Culturais Ltda.

  • Macumba: Uma Gira Sobre Poder – PR

Transitória Produções Artísticas e Comunicação Ltda ME

 

Segmento Prêmio Especial

  • Memorial Pretos Novos – RJ

Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos

Através das mídias sociais conseguiram apurar o interesse do público em geral. O maior número de acessos foi do Brasil, seguido dos Estados Unidos, Portugal e Reino Unido. Em relação à idade e Gênero, 62% dos acessos são de mulheres, sendo que a faixa etária predominante foi a de 20 a 34 anos (20%). Dos 38% dos homens, a faixa etária predominante foi de 25 a 44 anos (20%). O Rio de Janeiro foi a cidade que mais demostrou interesse pelo Prêmio, seguido por São Paulo e depois Salvador. O menor número de acessos foi em Porto Velho (RO). Em relação às pessoas alcançadas, até 17 de julho de 2017, só no Brasil, 59.969 pessoas, mas, até países como Egito, Luxemburgo e Rússia aparecem na lista de acessos. Só no período de 19 de junho de 2017 a 16 de julho de 2017 tivemos o alcance de 58.602 pessoas, o que corresponde, aproximadamente, a 30% maior que o resultado obtido na terceira edição. 

Esses resultados demonstram a vitalidade de uma riqueza cultural tão arraigada em nosso dia a dia, que muitas vezes precisamos reavivar a memória popular, através de ações pontuais como é o Prêmio Afro, para mostrar que parte de nossas raízes históricas veio de outro continente e aportou aqui. Segundo Elisio Lopes

“Essa experiência só reafirma a dimensão continental e negra desse país, onde precisamos dia a dia catar os cacos do racismo que persistem em furar nossos pés e tornar a nossa caminhada mais árdua. Mas o que fica claro a cada dia é que toda dor faz das nossas vitórias cada vez mais sagradas!”

O projeto é uma iniciativa do CADON – Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos NevesPetrobras e Fundação Cultural Palmares, cuja demanda surgiu no Fórum de Performance Negra (BA/2006), com o objetivo é atender as expressões artísticas de estética negra, seus artistas e produtores que defendem o valor da cultura negra nos palcos, nas ruas, nas galerias, nas telas de TV e do cinema, nos livros e no imaginário brasileiro.

O CADON – é uma entidade sem fins lucrativos, dirigida por Ruth Pinheiro, que há mais de 19 anos desenvolve projetos com foco na difusão da cultura afro-brasileira e eliminação da discriminação racial, o que a torna uma referência neste segmento. A parceria com a Fundação Cultural Palmares, órgão vinculado ao Ministério da Cultura, foi de fundamental importância para a concretização do projeto desde sua elaboração, em 2007.

Petrobras se destaca pelo importante papel assumido no processo de valorização da arte africana no país. O projeto Prêmio Afro carrega o título de ser o primeiro edital voltado à cultura afro-brasileiro financiado por uma empresa estatal.

 

Mais informações no site: www.premioafro.org

Serviço:

Dia 31 – segunda – de Julho, a partir das 19h

A celebração contará com representantes de cada premiado

Teatro Rival Petrobras

Rua Álvaro Alvim – 33, Cinelândia

Assessoria de Imprensa: Rozangela Silva – 99998 1802 (tel e zap)  

Fonte: Release ASCOM

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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