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Roda de samba revela a inspiração de Iyemanjá

O mais popular dos Orixás abriu o carnaval deste ano. A Deusa que incentiva a criatividade e o renascimento

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Festa de Iemanjá: Lavagem do Rio Vermelho, em SalvadorAmanda Oliveira/ GOVBA
Festa de Iemanjá: Lavagem do Rio Vermelho, em SalvadorAmanda Oliveira/ GOVBA

Iyemanjá é um orixá, uma entidade que pode amar ou punir. Talvez seja um dos símbolos mais fortes da cultura brasileira. Existe a influencia africana, o sincretismo religioso e lendas pelo mundo.

Clara Nunes era a própria imagem de Iyemanjá, ajudando a acabar com o preconceito na década de 1980.

Mas antes dela, Iemanjá teve outro devoto excepcional:Dorival Caymmi. Já em 1943, Dorival conquistou o rádio com “É Doce Morrer no Mar”. Na verdade, são mais de 20 canções de Dorival que falam no orixá mais popular do país.

 

Jorge Amado dizia que Dorival era “o poeta de negros pescadores, de Iemanjá e dos mistérios pobres da Bahia”.

O Roda de Samba vai mostrar que, além deles, nomes como PixinguinhaViníciusGil,CaetanoPaulo Cesar Pinheiro e Carlinhos Brown também são devotos da Orixá.

No rádio, o programa que lembra a briga que mudou a história do samba vai ao ar neste sábado (6), ao meio-dia, na Rádio Nacional FM, mas você já pode ouvir o programa completo no player no topo da matéria.

Roda de Samba tem produção e edição de Heloisa Fernandes. A Apresentação é de Fátima Melo e a sonoplastia de Messias Melo. O programa vai ao ar todos sábados, ao meio-dia, com horário alternativo às quintas-feiras, às 22h.

Produtor

Heloisa Fernandes

 

Extraído do site da EBC rádios / Brasília – DF
http://radios.ebc.com.br/roda-de-samba/edicao/2016-02/roda-de-samba-revela-inspiracao-de-iemanja

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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