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STF voltará a julgar como deve se ensinar religião nas escolas

Modelo prevê que escolas tragam conteúdo de diferentes religiões e educador não representar nenhum credo.

 27/09/2017 – 08:22

Por: Thiago Almeida Santana Santos  Editado em 27/09/2017 – 09:10

Foto: Getty Images

 

De acordo com a BBC, esta semana o STF deve voltar a julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4439, que discute diretrizes sobre o ensino religioso nas escolas.

O tema foi proposto pela Procuradoria Geral da República (PGR), no ano de 2010, onde se pede que o ensino religioso, no ensino fundamental, se o conteúdo se tratar “das doutrinas, práticas, histórias e dimensão social das diferentes religiões”. Além disso, o educador não pode ser representante de nenhum credo, como exemplos: padre, pastor ou mãe de santo.

No dia 31 de agosto, o STF tentou retomar o julgamento, porém teve a sessão suspendida. Foram três votos a favor e dois contra a inserção do modelo proposto pela PGR na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Nesta quarta, seis ministros devem votar na pauta.

No Brasil, a matéria Religião é obrigatória nas escolas do país, porém é facultativo em várias unidades. O aluno tem o direito de permanecer ou não durante a aplicação da aula. Em escolas estaduais e municipais, a matéria está pouco visível ou sendo extinta para dar lugar a outro conteúdo.

 

Extraído do portal de notícias 1News / São Paulo – SP
http://www.1news.com.br/noticia/35686/brasil/stf-voltara-a-julgar-como-deve-se-ensinar-religiao-nas-escolas-27092017

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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