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Terreiro de candomblé é atacado na PB e vítima acredita em intolerância

Esta foi a segunda vez que o local foi alvo de ataques.
Caso aconteceu em Campina Grande.

Do G1 PB | 14/07/2015 07h22 – Atualizado em 14/07/2015 09h33

 

Pedaços de garrafas ficaram espalhados pelo chão do terreiro de candomblé (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Pedaços de garrafas ficaram espalhados pelo chão do terreiro de candomblé (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Um terreiro de candomblé de Campina Grande foi alvo de um ataque na segunda-feira (13). De acordo com o responsável pelo local, o babalorixá Antonio Caldas, garrafas foram arremessadas para dentro da casa e pessoas do lado de fora gritavam e insultavam a religião.

Boletins registrados (Foto :Reprodução/TV Paraíba)
Boletins registrados (Foto :Reprodução/TV Paraíba)

O caso aconteceu no bairro Jardim Borborema, na Zona Sul do município. Antonio Caldas suspeita de intolerância. “Essa não é a primeira vez que acontece. A gente acorda durante a noite e vê que eles acenderam fogo e jogaram garrafas aqui”, conta.

 

O babalorixá não conseguiu identificar quantas pessoas participaram do ataque. Ele calcula que foram cerca de 20 minutos de gritos e insultos na frente do terreiro. Ninguém que estava dentro do local ficou ferido. Antonio Caldas registrou um boletim de ocorrência, o segundo desde que se mudou para a nova casa.

 

Terreiro fica localizado no bairro Jardim Borborema, em Campina Grande (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Terreiro fica localizado no bairro Jardim Borborema, em Campina Grande (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

 

Extraído do portal de notícias G1 / Campina Grande – PB
http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2015/07/terreiro-de-candomble-e-atacado-na-pb-e-vitima-suspeita-de-intolerancia.html

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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