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Terreiro do Gantois celebra 120 anos do nascimento de Mãe Menininha

10/02/2014 09h10 – Atualizado em 10/02/2014 09h10

Ela é considerada uma das mais admiradas mães de santo do Brasil.

Instituto ACM irá abrir exposição sobre a Ialorixá na terça-feira (11).

Do G1 BA com informações da TV BA

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Mãe Menininha completaria 120 anos nesta
segunda-feira (Foto: Divulgação/Fundação Casa
de Jorge Amado)

O terreiro de Candomblé Gantois celebra nesta segunda-feira (10) a memória da Ialorixá Mária Escolástica da Conceição Nazaré, conhecida como “Mãe Menininha”, que completaria neste dia 120 anos. Ela morreu em 1986, aos 94 anos, e é considerada uma das mais admiradas mães de santo do Brasil.

Para homenagear a ialorixá, o Instituto ACM – Ação, Cidadania e Memória irá abrir na terça-feira (11) a exposição Mãe Menininha do Gantois – 120 anos de tradição. A mostra segue até o dia 22 de março, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e de 13h30 às 17h, e aos sábados das 9h às 12h, na rua Saldanha da Gama, no Pelourinho. A entrada é franca.

História
Mãe Menininha era filha dos descendentes de africanos Joaquim e Maria da Glória, que eram da nação Egbá-Arakê, das terras de Agbeokutá, no sudoeste da Nigéria. A Ialorixá era bisneta dos negros libertos Maria Júlia da Conceição Nazareth e Francisco Nazareth de Eta.

A mãe de santo foi iniciada no Candomblé aos oito meses de idade, para o orixá Oxum e, desde cedo, seguiu a tradição da família na religião no terreiro do Gantois. O templo religioso, que fica no bairro da Federação, em Salvador, tem origem Ketu, e mantém a política do matriarcado e de sucessão hereditária familiar.

Extraído do Portal G1:

http://g1.globo.com/bahia/noticia/2014/02/terreiro-do-gantois-celebra-120-anos-do-nascimento-de-mae-menininha.html

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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