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Vinícius de Oliveira fala sobre paternidade: “Não foram planejados”

Pai de duas crianças o ator atualmente trabalha na série 'Santo Forte', em que dá vida a um taxista que conta com a proteção dos orixás do Candomblé para ajudar pessoas em apuros 08/09/2015 11H17 - ATUALIZADO EM 08/09/2015 11H20 POR BRUNO SEGADILHA; FOTOS: RENATA DUTRA joao-ep-02-4 Pouco antes de estrear como ator em Central do Brasil, em 1998, Vinícius de Oliveira, então um menino de 12 anos, sonhava em ser jogador de futebol. O filme, no entanto, se transformou em um dos maiores sucessos do cinema nacional e mudou de vez a trajetória do garoto que queria ganhar a vida nos campos. Hoje, aos 30 anos, Oliveira é um ator maduro e mostra um trabalho sensível na série Santo Forte, que estreou domingo (30), no canal pago AXN. No programa, ele vive João da Cruz Forte, taxista carioca que tem o corpo fechado e, por causa disso, se dispõe a ajudar as pessoas das mais diversas maneiras. Em entrevista, Vinícius fala sobre o novo trabalho, os filhos, Benjamim, de 2 anos, e Antônio, de 2 meses, de seu relacionamento com a atriz Sara Antunes, e diz que não se incomoda em ser identificado como o menino de Central do Brasil. QUEM:  A série fala sobre espiritualidade e religiosidade. Você segue alguma religião? VINÍCIUS DE OLIVEIRA: Sim, sou do Candomblé. A minha história é traçada pelo Candomblé, Umbanda e Espiritismo. Antes de fazer o teste para a série, eu sabia que ela girava em torno de uma religião e foi uma surpresa e uma alegria ao descobrir qual seria. Pude fazer o trabalho o mais próximo possível do que o Candomblé é. O fato de já conhecer os rituais deixou o processo mais tranquilo e prazeroso. QUEM:  Você tem dois filhos. Como é o Vinícius pai? VO: Sou bem paizão. É uma mudança de vida radical, você passa a entender o que é o amor de verdade. Eles não foram planejados. As pessoas têm o costume de esperar a estabilidade financeira para poder ter filhos, mas a gente está muito feliz, estou trabalhando bastante. É só pensar positivamente que as coisas sempre acontecem. QUEM:  As pessoas ainda fazem muita referência ao filme Central do Brasil. Isso o incomoda? VO: Fico impressionado porque me reconhecem bastante. É um trabalho maravilhoso, que ficou marcado na história do nosso cinema. Esses dias, eu estava no chá de bebê de um amigo meu e me reconheceram: “Você é o garoto do Central do Brasil, né?”. Quanto a isso não tenho problema algum. O que me deixa um pouco chateado, já que fiz outros trabalhos, é quando vou dar entrevista para alguma matéria e sempre sai no título ou subtítulo uma menção ao filme.   Extraído do site da Revista Quem http://revistaquem.globo.com/QUEM-News/noticia/2015/09/vinicius-de-oliveira-fala-sobre-paternidade-nao-foram-planejados.html  

About The Author

Sérgio Carvalho se iniciou na Umbanda, pelo Babalorixá Arnaldo de Omulu (in memorian), na T.E.Nanã Buruquê, realizando sua camarinha em dezembro de 1995. Em 2001, se iniciou no Candomblé pelas mãos do Babalorixá Jô d´Osogiyan, no Asé Omin Oiyn Ilè, sendo neto de Iyá Nitinha d´Osun (in memorian), do Asé Engenho Velho - Miguel Couto - RJ. Militante em prol da defesa da religião afro-brasileira, ingressou nas fileiras do extinto IPELCY (Instituto de Pesquisas e Estudo da Língua e Cultura Yorubá), dirigido por Jairo d´Osogiyan. Exerce o cargo de Diretor de Cultura e Comunicação da ANMA - Associação Nacional de Mídia Afro. É proprietário da agência Marfim Assessoria & Eventos. Faz parte da equipe de duas das maiores premiações do jornalismo brasileiro, o Embratel e o Petrobras. É editor responsável pelo jornal web Awùre – http://www.awure.jor.br – veículo que aglutina os momentos mais importantes da cultura e religiosidade afro-brasileira.

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